Trilhos Serranos

GERINGONÇA

Com o título em epígrafe alojei, recentemente, um vídeo no Youtube, cujo link vou colocar em rodapé deste texto. Isto porque ele mereceu alguns comentários de mérito vindos de algumas pessoas que o viram, incluindo o seu contrário, vindo de um tal João Silva Filho que pintou, preto no branco, a seguinte flor de lis: “uma palhaçada esse portuga...sem novidade nenhuma”.

Face a tão SÁBIA observação, incluindo o domínio da LÍNGUA PORTUGUESA, acrescentei o seguinte comentário de resposta:

SETEMBRISMO

Tempos conturbados esses, nos meados do século XIX, em que se confrontavam ideias políticas novas com ideias velhas ou ideias mais radicais do que outras e, de permeio, os bandidos e salteadores, descontentes e desertores a darem o seu contributo à desordem pública e ao medo. Todas as revoluções no mundo põem frente a frente ideais diferentes e, na oportunidade, os oportunistas, sem ideias nem valores, ou se tornam seguidistas das partes em confronto, ou então, aproveitando a confusão de indecisão e medos, bandidos e desertores, fugidos, perseguidos e presos.

Foi o caso da Revolução Liberal de 1820, entre LIBERAIS E ABSOLUTISTAS e as que lhe são subsequentes, entre liberais, uns mais do que outros. Refiro-me, aqui, ao SETEMBRISMO, que bem me faz lembrar a «guerra» ideológica e verbal travada nesta campanha eleitoral para o cargo de Presidente da República, onde não faltou sequer a defesa da «pena de morte». E eu, como todos os Portugueses em «CONFINAMENTO», dou por mim a meter o nariz no ficheiro há muito esquecido, tempo em que a pena de morte fazia parte da nossa JUSTIÇA, com veremsos mais adiante. 

LAR, DOCE LAR

“COMO SE FAZEM AS COISAS”

É o nome do programa de um dos CANAIS televisivos da CABO. E se ali tomam assento todas as “coisas” dignas de ver, digamos úteis ao ensino e aprendizagem, mais pedagógicas do que comerciais, todas elas saídas da imaginação e criatividade humanas, destinadas a desempenharem uma função de vida simplesmente utilitária ou animadamente recreativa, não menos digna de figurar no mundo é o TACO sobre o qual escrevi na crónica anterior e que me leva a repetir o gesto, falando destoutro.

LAR DOCE LAR

No monte de lenha arrumada nos fundos da minha casa, com destino a subir à lareira e fazer brasa, neste tempo de confinamento e de frio, encontrei um TACO DE MADEIRA feito por um dos meus filhos quando, noutra idade, esta casa era a sua morada.

O MILAGRE E A CIÊNCIA

Neste meu afã de arrumar a casa, preocupado em pôr em ordem a biblioteca dos pensamentos, das lembranças, dos reconhecimentos, méritos e afetos, retomo aqui a divulgação da ARTE da minha esposa (falecida) MARIA MAFALDA DE BRITO MATOS LANÇA CARVALHO, alguma dela publicada em vida sua no jornal “Lamego Hoje”, nos anos 80 do século XX (onde eu também colaborava) sob o título genérico “SIMBI(Ó)TICA”, mas outra inédita, pois esboçada ficou à espera de ser acabada em tempos posteriores.