Trilhos Serranos

COMÉRCIO LOCAL (continuação)

Nestes meus trilhos serranos, caminhando, por enquanto, sem apoio de bengala (nunca tive bengalas na vida) tropecei hoje num assunto da HISTÓRIA LOCAL que desde há muito trago sob a mira. A razão de só ter acontecido neste ano de 2020 ficará explicada na presente crónica, dividida em QUATRO PARTES. 

COMÉRCIO LOCAL

Nestes meus trilhos serranos, caminhando, por enquanto, sem apoio de bengala (nunca tive bengalas na vida) tropecei hoje num assunto da HISTÓRIA LOCAL que desde há muito trago sob a mira. A razão de só ter acontecido neste ano de 2020 ficará explicada na presente crónica, dividida em QUATRO PARTES.

PRESERVAR O PATRIMÓNIO

Já fiz e publiquei vídeos e crónicas escritas sobre os objetos ligados à iluminação pública e doméstica de antanho e aos utensílios de cozinha, nomeadamente fogões portáteis de campismo.Recentemente, e depois disso, o meu amigo António Matias, daqui de Fareja, um dos responsáveis pelo restauro do CADEIRAL DO CORO BAIXO da Igreja Matriz, conhecedor desses meus trabalhos, sensível à mesma temática, fez aportar a minha casa uma relíquia que, segundo ele, ia direitinha para o lixo.

MITOLOGIA HODIERNA

Minotauro se dizia

Daquele monstro que havia

Na antiga ilha de Creta.

APESAR DE TUDO...PROSSIGO...

Retomo a notícia que publiquei no “post” anterior arrancada do jornal “O Castrense” de 1929. Lembram-se? Aquela que referia o projeto que os responsáveis dos “Caminhos-de-ferro do Vale do Vouga” tinham em mente e que era ligarem as povoações de S. Pedro do Sul a Lamego, via Castro Daire, por um dos dois traçados alternativos,  ainda em estudo. Dele deixei registo bastante ligado à reunião que, para o efeito, teve lugar nos Paços do Concelho.