Trilhos Serranos

(EXTRATO DO MEU LIVRO INÉDITO COM O TÍTULO  «CASTRO DAIRE, CLERO, NOBREZA E POVO)

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E posto isto, conhecidos os nomes e as funções de alguns membros da «Família Aguilar» que, do Porto, no exercício das funções dos mais altos cargos na Magistratura, exerciam a sua influência política na administração do concelho de Castro Daire, através padre António Bizarro, seu amigo e Administrador dos os teres e haveres ligados à Casa da Praça, convém saber quem eram eles e qual a sua origem.

Tirando o documento referindo o emprazamento de terras feito 1528, preservado nos arquivos do Solar, de que fizemos referência no princípio deste trabalho, o documento mais antigo que nos dá fé da família Aguilar ligada a Castro Daire é a legenda do Brasão de Armas que fotografei no interior do solar com autorização do Senhor Antero Aguilar.

AS NOSSAS TERRAS, AS NOSSAS GENTES

Em 2015 publiquei no meu mural do Facebook o apontamento que hoje aqui reproduzo (PRIMEIRA PARTE)  onde falei de CUJÓ, das suas GENTES e forma de elas ganharem a vida. De entre outras atividades, sobressaíam, naturalmente, a AGRICULTURA e a PASTORÍCIA, sem esquecer todas as tarefas e obrigações correlatas. Ora vejá-se neste ano de 2026, o que escrevi em 2015 e a razão por que retomei o assunto, nas PARTES seguintes.

CAMÕES, AMORAS E AMORES

 Os meus fiéis seguidores/leitores não ignoram que, antes de eu lavrar no CAMPO DAS LETRAS, antes de manejar, com algum jeito, uma caneta  (antecessora da máquina de escrever, seguida do computador e, ultimamente, do teclado digital do iPad e do telemóvel) manejei habilmente uma aguilhada e um arado. E, nessa tarefa agro-pastoril, arado vai, arado vem, escrevi, em bustrófedon, a parte oculta do meu curriculum vitae académico.

NOVO LOGÓTIPO

Quando, em 2004, a nave batizada TRILHOS SERRANOS foi lançada no espaço cibernauta da Internet, impulsionada pelo foguetão da vontade dos meus filhos e criatividade e saberes meus, não restringia o significado do seu nome às veredas e caminhos físicos rasgados no redor do Montemuro. 

TRILHOS SERRANOS eram também os carreiros e clareiras de conhecimento que o autor (eu próprio) ia abrindo em resultado das viagens e investigações que fazia por montes, vales, povos e aldeias, montado na minha mota Yamaha Drag Star. 

CANETA “NAVI GOLD G200” E SUA  EXTENSÃO HUMANA 

Há coisas que não falam, mas contam.  Coisas que são sem vida, mas que vida dão. Esta é a história de uma dessas “coisas” - uma caneta de tinta permanente que se tornou minha companheira de vida, há longos anos. Até ser reformada pelas novas tecnologias ligadas à escrita. Eis a sua identidade:

Marca: NAVI GOLD G200.

Corpo dourado.

Aparo fino e prolongado

Depósito de borracha semelhante ao da PARKER.