Trilhos Serranos

A PROPÓSITO DA RECUPERAÇÃO DO «PELOURINHO DE CASTRO DAIRE»

Face à possível recuperação do «fuste» que pertenceu ao  histórico PELOURINHO DE CASTRO DAIRE, sobre o qual já publiquei matéria sobeja, admitindo que alguns dos nossos responsáveis encarregados de zelar pelo nosso PATRIMÓNIO  edificado, material e imaterial, ignorem os fundamentos que alicerçam as minhas convicções, afirmando ser aquela COLUNA que, na velha casa da FAMÍLIA LEITÃO (em obras neste ano de 2026) suporta uma trave-mestra de soalho, integrando as fundações dessa moradia e indo ali parar nos conturbados tempos do SETEMBRISMO, entendi partilhar mais um pedaço do meu livro inédito com o título «CASTRO DAIRE, CLERO, NOBREZA E POVO» por forma a retirar AUTORIDADE a todos os burocratas que, fechados nos seus gabinetes,  decidem sobre o nosso património sem se darem ao cuidado de conhecer a nossa história. Assim:

(EXTRATO DO MEU LIVRO INÉDITO COM O TÍTULO  «CASTRO DAIRE, CLERO, NOBREZA E POVO)

«(…)

E posto isto, conhecidos os nomes e as funções de alguns membros da «Família Aguilar» que, do Porto, no exercício das funções nos mais altos cargos na Magistratura, exerciam a sua influência política na administração do concelho de Castro Daire, através padre António Bizarro, seu amigo e Administrador dos os teres e haveres ligados à Casa da Praça, convém saber quem eram eles e qual a sua origem.

Tirando o documento referindo o emprazamento de terras feito 1528, preservado nos arquivos do Solar, de que fizemos referência no princípio deste trabalho, o documento mais antigo que nos dá fé da família Aguilar ligada a Castro Daire é a legenda do Brasão de Armas que fotografei no interior do solar com autorização do Senhor Antero Aguilar. Antes dele só o DIPLOMA a que aludirei mais adiante.

AS NOSSAS TERRAS, AS NOSSAS GENTES

Em 2015 publiquei no meu mural do Facebook o apontamento que hoje aqui reproduzo (PRIMEIRA PARTE)  onde falei de CUJÓ, das suas GENTES e forma de elas ganharem a vida. De entre outras atividades, sobressaíam, naturalmente, a AGRICULTURA e a PASTORÍCIA, sem esquecer todas as tarefas e obrigações correlatas. Ora vejá-se neste ano de 2026, o que escrevi em 2015 e a razão por que retomei o assunto, nas PARTES seguintes.

CAMÕES, AMORAS E AMORES

 Os meus fiéis seguidores/leitores não ignoram que, antes de eu lavrar no CAMPO DAS LETRAS, antes de manejar, com algum jeito, uma caneta  (antecessora da máquina de escrever, seguida do computador e, ultimamente, do teclado digital do iPad e do telemóvel) manejei habilmente uma aguilhada e um arado. E, nessa tarefa agro-pastoril, arado vai, arado vem, escrevi, em bustrófedon, a parte oculta do meu curriculum vitae académico.

NOVO LOGÓTIPO

Quando, em 2004, a nave batizada TRILHOS SERRANOS foi lançada no espaço cibernauta da Internet, impulsionada pelo foguetão da vontade dos meus filhos e criatividade e saberes meus, não restringia o significado do seu nome às veredas e caminhos físicos rasgados no redor do Montemuro. 

TRILHOS SERRANOS eram também os carreiros e clareiras de conhecimento que o autor (eu próprio) ia abrindo em resultado das viagens e investigações que fazia por montes, vales, povos e aldeias, montado na minha mota Yamaha Drag Star.