Trilhos Serranos

CAÇA E PESCA

Figura castiça, com os seus bigodes sem igual, é frequente vê-lo no Café Central, em dias de pesca, artilhado à maneira, da cabeça aos pés. Comunicativo, conhecedor de rios, ribeiros e regatos do concelho, por subi-los e descê-los de cacifo a tiracolo, rolete empunhado com linha enrolada pronta a receber o anzol e o respetivo isco, ele é o PESCADOR que ninguém ignora.

A VERDADE É COMO O AZEITE VEM SEMPRE AO DE CIMA

BENEMÉRITO & BENEMÉRITO

Na saga que tenho percorrido nesta página no sentido de denunciar os factos e as atitudes que, em letra redonda, passada e presente,  desenham os perfis das pessoas que têm gerido as nossas instituições locais - políticas, culturais e associativas - eis mais um texto que, embora com sabor a requentado, não perdeu oportunidade. Aliás, na BARRA CRONOLÓGICA DA HISTÓRIA nenhum evento perde oportunidade. Pode haver é pessoas que protagonizando alguns deles, com o decorrer do tempo, com eles se não identifiquem. É lá com elas e isso é o menos. Pior é quando, sem vergonha na cara, os negam ou procuram ocultar, por conveniência pessoal (oposto de institucional), usando todos os meios ao seu alcance.

A VERDADE É COMO O AZEITE VEM SEMPRE AO DE CIMA

HISTÓRIA VIVA

Dizem as pessoas de bom senso que “OS HOMENS PASSAM E AS INSTITUIÇÕES FICAM”. 

Apesar desta afirmação não ser exclusiva das pessoas cultas e bem informadas, há quem, na busca de protagonismo, pisando toda a folha e de qualquer jeito, usa todos os meios ao seu alcance, para sobressair na multidão (naturalmente, por despeito e/ou incompetência) procurando assim APAGAR o que a HISTÓRIA regista de INCONVENIENTE aos seus propósitos. Foi isso o que se passou com o meu livro “Castro Daire, os Nossos Bombeiros, a Nossa Música”.

A VERDADE É COMO O AZEITE VEM SEMPRE AO DE CIMA

BOMBEIROS - CRONOLOGIA DOS FACTOS E ATITUDES

O imbróglio ligado ao meu livro “Castro Daire, os Nossos Bombeiros, a Nossa Música” criado pelos responsáveis da DIRECÇÃO da Associação com a conivência da AUTARQUIA MUNICIPAL, (ao longo do tempo) quer pelo significado em si, quer pelos montantes financeiros envolvidos, deixou de ser um caso PESSOAL, para se tornar um caso INSTITUCIONAL.

A VERDADE É COMO O AZEITE VEM SEMPRE AO DE CIMA

BOMBEIROS - CRONOLOGIA DOS FACTOS E DAS ATITUDES

Decorria o ANNO DOMINI de 2006, dia 24 de abril, quando eu deixei nas colunas da Imprensa Local/regional, numa das crónicas relativas ao IMBRÓGLIO que envolvia o meu livro “Castro Daire, os Nossos Bombeiros, a Nossa Música”, o texto que transcrevo em itálico e negrito, para melhor e impressiva leitura:

“O «Notícias de Castro Daire» e os seus leitores merecem outro nível, outra elevação de comportamento, de pensamento e de argumento. Aqui ficam, para o presente e para o futuro, registadas a postura e as preocupações de quem está empenhado no progresso do concelho, no desenvolvimento das suas gentes e instituições e daqueles que, pespegados aos parâmetros culturais de que dão fé em tudo quanto fazem, dizem e escrevem, apostam no contrário. A comunidade e os tempos ajuizarão da postura, dos factos,  das ideias, da forma, do conteúdo, da palavra e do caracter dos protagonistas de toda esta história. Neste jornal estão a escrever-se páginas de HISTÓRIA  que serão a honra ou a vergonha de quem as escreve. Basta, para tanto, que haja HONRA que haja VERGONHA”.