Trilhos Serranos

O FACEBOOK É UMA LIÇÃO

Já perdi a conta aos textos que escrevi com o título em epígrafe, neste meu espaço web (pago por mim) ou no espaço (grátis) do Facebook, cantando loas ao seu papel democrático e justificando a minha opção naquilo que ali vou aprendendo sobre o ser humano, desde a mais simples futilidade, à mais sofisticada e elaborada congeminação intelectual e artística, senão mesmo montagem enganadora, levando a crer ser verdadeiro, o que é rotundamente falso. Mas nem por isso deixo de aproveitar este espaço para lançar aos meus amigos facebookianos alguns desafios, como, por exemplo o que se segue, em texto e imagem:

ELES ANDAM ATRASADOS

Acabei de ouvir, na Póvoa, agora mesmo, o Professor MARCELO, Sua Excelência, o Senhor Presidente da República, nas “correntes d’ escritas”, dizer que é necessário um “combate pelos livros” e levá-los aos “territórios desiguais de que se fazem diversos portugais”.

RETALHOS DE VIDA

Em 19-03-2013 publiquei no meu velho site o texto que se segue. Por ser um espaço online que deixou de estar no ativo por razões a que sou alheio, ainda que se mantenha aberto como repositório do que lá escrevei, graças à gentileza do servidor, para facilitar a vida aos meus seguidores, aqueles que ainda tem alguma dificuldade em navegar neste espaço sideral, cheio de luz, mas também de buracos negros,  procedi, hoje mesmo, à sua migração para este meu novo espaço. Assim:

SOALHEIRO CITADINO

Em 23-03-2013 publiquei no meu velho site, hoje repositório histórico do muito que ali escrevi e se mantém online, o texto que se segue, hoje mesmo migrado para este meu novo e ativo espaço. Assim:

Em 03-03-2016, neste meu site, discorri sobre o OITAVO livro dado à estampa pelo Dr. Lima Bastos, relativo a Aquilino Ribeiro. E, a partir do seu confessado hábito bizarro (literário, claro está!) de dar «nove voltas em redor do lume, antes de adormecer»,  rebusquei algumas reflexões que eu já tinha feito no Facebook sobre o valor simbólico atribuído pelos sábios ao número NOVE, para terminar, dizendo: “venha lá o NONO, ó Dr. Lima Bastos”.