A MAÇONARIA CASEIRA
Semelhantemente a qualquer peça de mármore lapidada, os meus textos online têm mostrado, aqui e além, os laivos da MAÇONARIA que esteve presente no tecido político e social de CASTRO DAIRE, desde o “movimento revolucionário” de 31 de janeiro, no Porto, em 1891.
O link do texto que anexo em rodapé, baseado numa CARTA manuscrita de que deixo alguns retalhos, com destaque para a assinatura do subscritor, rematada em forma de TRIÂNGULO com os TRÊS pontinhos e tudo, é bem ilustrativa de que, em CASTRO DAIRE, não faltavam cidadãos defensores do REPUBLICANISMO e dos princípios que “orientam” algumas as lojas maçónicas. Deixei alguns nomes associados, designadamente, Aires Pinto Marcelino, de Farejinhas e a família ALEXANDRE PINTO, da vila.
Vem isto a propósito das informações que me chegaram recentemente por mão amiga, no sentido de eu conjugar os dados fornecidos com os que fazem parte dos meus arquivos.
E devo agradecer-lhe essas INFORMAÇÕES, nomeadamente, aquelas que me ACTUALIZARAM, pois ignorava, em absoluto, a reabertura da “HISTÓRICA LOJA 31 DE JANEIRO”, em CASTRO DAIRE, que integra alguns nomes sonantes (masculinos e femininos) cá da terra, muito ávidos de protagonismo social, político e associativo. Lá, por Lisboa e cá, pela santa terrinha.
REPÚBLICA- MAÇONARIA –DITADURA
https://www.trilhos-serranos.pt/index.php/cronicas/768-consilio-dos-semideuses.html