CAMÕES, AMORAS E AMORES
Os meus fiéis seguidores/leitores não ignoram que, antes de eu lavrar no CAMPO DAS LETRAS, antes de manejar, com algum jeito, uma caneta (antecessora da máquina de escrever, seguida do computador e, ultimamente, do teclado digital do iPad e do telemóvel) manejei habilmente uma aguilhada e um arado. E, nessa tarefa agro-pastoril, arado vai, arado vem, escrevi, em bustrófedon, a parte oculta do meu curriculum vitae académico.