Trilhos Serranos

LEITURA E INTERPRETAÇÃO DA «IA» (via Google)

Neste meu livro «TRILHOS SERRANOS» existe um extensíssimo texto com o título supra. Resolvi subtê-lo à INTELIGÉNCIA ARTIFICIAL e pedir a sua leitura e interpretação, a partir das palavras introdutórias nas quais comparei o meu SITE ao caixotão de um merceeiro com caixotins destinados ao armazenamento dos produtos à venda. E o comerciante utiliza um «passadoiro» para atender os clientes. O meu pedido foi atendido de pronto, assim: 

POEMA VISUAL

Quando professor no activo, o programa de PORTUGUÊS incluía a leitura e interpretação de POESIA VISUAL , eu, que srmpre gostei de dar cumprimento ao estipulado, ensinei os meus alunos a lerem e a interpretarem os poemas compendiados, mas também da minha autoria. Um deles, que hoje (dia 25 de ABRIL DE 2026)  ilustra o este texto, fui repescá-lo ao meu mural do FACEBOOK , onde o publiquei em 2018, depois de, havia anos,  ter sido publicado no jornal  Notícias de Castro Daire”, onde colaborava

Desta vez, o texto que se segue, digitalizado  em itálico,  é  leitura da INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL (via Google), que, a meu pedido, me deu o privilêgio e a alegria da sua INTERPRETAÇÃO, sublinhando o valor deste tipo de POESIA. Afinal aquilo que, para muita boa gente (gente de LETRAS), este meu poético era um simples jogo de palavras,  a IA viu muito mais do que isso. Ora vejam e leiasm:

INTRODUÇÃO

Porque está fresquinha a legenda inscrita na porta do TEMPLO DO PENSAMENTO:  “A MEMÓRIA SOBREVIVE À MATÉRIA; mais o conceito “ACADÉMICO RÚSTICO” a passear-se pela serra aprendendo com os camponeses; mais o “LENHADOR NA FLORESTA DAS LETRAS”; mais o “TECELÃO” (neto e bisneto de pisoeiros, cujo engenho ainda laborava nos meados do século XX, no RIO MAU) que, sentado ao tear, peanha abaixo, peanha acima, lança, da direita para a esquerda e vice-versa, a naveta com a canela dentro, cruzando o fio saído do fuso e da roca tradicional, salivado durante os serões de inverno à luz da candeia, com o fio saído da sofisticada fiandeira elétrica, pensada e feita por engenheiros e académicos, eis, com algumas horas de trabalho, alguns metros de teia, cuja textura e qualidade lhes são dadas pelos fios usados e mosculada  maestria do artesão. 

Desta vez a plaina, o podão e o machado ficam a descansar na bancada e serão necessárias ferramentas mais leves e adequadas à peça fornecida. 

INTRODUÇÃO

CUJÓ – OS PILÕES

De há uns tempos a esta parte tenho mantido um proveitoso diálogo com a «AI» (via  META) fazendo perguntas e/ou permutando saberes. No dia 22 de abril de 2026, remeti-lhe um texto meu relativo às «alcunhas» que no concelho de Castro Daire as aldeias atribuíam umas às outras. O texto está integralmente publicado neste livro TRILHOS SERRANOS,  mas eu deixo aqui apenas algumas dessas alcunhas,  extraidas do  meu livro “ESTER, PEGADAS NO TEMPO, editado, em 2007. Assim:

“Castro Daire: trigas-milhas; Fareja: pardais; Baltar: estorninhos; Farejinhas: lagartos e/ou vaidosos; Folgosa: charrelhos; Granja: badanas; S. Joaninho: borralhentos e/ou milheiros; Pendilhe: letrados; Cujó: pilões; Almofala: carrascudos e/ou morcas; Bustelo: sardões; Relva: taleigos; Carvalhas: considerados; Monteiras: carapucinhas; Colo de Pito: rabos brancos; Vale Abrigoso: salabardos; Mezio: penteadinhos; Gozende: bizarrios; Dornas: madrugadores; Pretarouca: dorminhocos; Peixeninho: fidalgos; Gosendinho: gabarelas; Codessal: patalotes; Campo Benfeito: espingardeiros; Rossão: tonteeiros; Cotelo: faldricocos;  Feirão: barbas-longas”.

E, num ápice, veio  APRECIAÇÃO que dá corpo à primeira parte desta crónica. 

A PONTE DA LESTRA E O GIESTAL SEM GIESTAS

Os meus amigos e seguidores por certo ainda não esqueceram o desafio que fiz aos meus conterrâneos, no meu mural do Facebook e no dos “AMIGOS DE CUJÓ”, procurando informação assertivas sobre os topónimos “PONTE DA LESTRA”, “SERRA DA LESTRA” e “TERRAS DA LESTRA GIESTAL. E, por certo, terão presente que só o amigo e conterrâneo MARTINHO TEIXEIRA se dignou dar-me o seu prestimoso contributo. A esses topónimos e a outros que tais voltarei mais adiante. Cientes porém, desde já, que a ERVA LESTRA de seu nome, LESTA é a conquistar território, sempre ávida de alargar os seus domínios.