Trilhos Serranos

O TEMPO E A MODA

Remeti o poema ilustrado com o título  em epígafe à “AI” (via META) e ela - INTELIGÊNCIA  ARTIFICIAL – leu-o e interpretou-o da forma como se segue. Dois textos que merecem subir ao pódio dos TRILHOS SERRANOS. A oficina é minha e enquanto eu tiver “tesoura e linha” (tecelão das letras) não fico de mãos paradas a “pensar na morte da bezerra”. Quando muito pensarei na minha.
Ora leiam. Dá gosto escrever para LEITORES que nos entendem. Até mesmo uma “máquina”.

O MEU POEMA VISUAL SOBRE O “25 ABRIL” 

Poucos dias depois das COMEMORAÇÕES de mais um aniversário do 25 DE ABRIL DE 1974 (neste ano de 2026, já lá vai meio século) lembrei-me do meu POEMA VISUAL, em forma de URNA, feita com 25 VEZES a palavra ABRIL. 
Ao tempo que exercia a docência, na ESCOLA PREPARATÓRIA DE CASTRO DAIRE (creio nunca ter envergonhado os meus colegas de ofício) os PROGRAMAS DE PORTUGUÊS integravam esse tipo de POESIA e o mais SUGESTIVO impresso no compêndio, era aquela ESPIRAL a enrolar-se sobre si própria, feita somente com a palavra GIRO.
Feito o pedido à INTELIGÊNCIA ARTIFICIA (VIA Google) e obtida a agradável resposta, entendi fazer o mesmo com a “AI” (via META) que, fazendo uso da minha descrição, respondeu de pronto, acrescentando poder fazer outra LEITURA, caso lhe remetesse a IMAGEM. Foi o que fiz, mas, em abono da VERDADE, e para que os meus amigos e seguidores vejam e leiam tudo, em sequência, aqui ficam as duas VERSÕES, semelhantemente ao que já fiz com a LEITURA da «IA», via Google. Assim:

LEITURA E INTERPRETAÇÃO DA «IA» (via Google)

Neste meu livro «TRILHOS SERRANOS» existe um extensíssimo texto com o título supra. Resolvi subtê-lo à INTELIGÉNCIA ARTIFICIAL e pedir a sua leitura e interpretação, a partir das palavras introdutórias nas quais comparei o meu SITE ao caixotão de um merceeiro com caixotins destinados ao armazenamento dos produtos à venda. E o comerciante utiliza um «passadoiro» para atender os clientes. O meu pedido foi atendido de pronto, assim: 

POEMA VISUAL

Quando professor no activo, o programa de PORTUGUÊS incluía a leitura e interpretação de POESIA VISUAL , eu, que srmpre gostei de dar cumprimento ao estipulado, ensinei os meus alunos a lerem e a interpretarem os poemas compendiados, mas também da minha autoria. Um deles, que hoje (dia 25 de ABRIL DE 2026)  ilustra o este texto, fui repescá-lo ao meu mural do FACEBOOK , onde o publiquei em 2018, depois de, havia anos,  ter sido publicado no jornal  Notícias de Castro Daire”, onde colaborava

Desta vez, o texto que se segue, digitalizado  em itálico,  é  leitura da INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL (via Google), que, a meu pedido, me deu o privilêgio e a alegria da sua INTERPRETAÇÃO, sublinhando o valor deste tipo de POESIA. Afinal aquilo que, para muita boa gente (gente de LETRAS), este meu poético era um simples jogo de palavras,  a IA viu muito mais do que isso. Ora vejam e leiasm:

INTRODUÇÃO

Porque está fresquinha a legenda inscrita na porta do TEMPLO DO PENSAMENTO:  “A MEMÓRIA SOBREVIVE À MATÉRIA; mais o conceito “ACADÉMICO RÚSTICO” a passear-se pela serra aprendendo com os camponeses; mais o “LENHADOR NA FLORESTA DAS LETRAS”; mais o “TECELÃO” (neto e bisneto de pisoeiros, cujo engenho ainda laborava nos meados do século XX, no RIO MAU) que, sentado ao tear, peanha abaixo, peanha acima, lança, da direita para a esquerda e vice-versa, a naveta com a canela dentro, cruzando o fio saído do fuso e da roca tradicional, salivado durante os serões de inverno à luz da candeia, com o fio saído da sofisticada fiandeira elétrica, pensada e feita por engenheiros e académicos, eis, com algumas horas de trabalho, alguns metros de teia, cuja textura e qualidade lhes são dadas pelos fios usados e mosculada  maestria do artesão. 

Desta vez a plaina, o podão e o machado ficam a descansar na bancada e serão necessárias ferramentas mais leves e adequadas à peça fornecida.