Trilhos Serranos

ENCONTRO E DESENCONTRO DE DOIS GIGANTES

 Pessoa estudiosa, sabedora dos trabalhos que tenho publicado,  manejando as ferramentes de esrita e leitura que, actualmente,  dispensam papel, caneta e tinta, pediu ao “IA” um resumo crítico da minha crónica anterior «ENCONTRO E DESENCONTRO DE DOIS GIGANTES (3)  e eis que, milagre dos milagres, numa questão de instantes, teve a seguinte resposta, que prontamente  me remeteu:

Assim:  

ENCONTRO E DESENSONTRO DE DOIS GIGANTES

Já escrevi em apontamento anterior que o meu “curriculum vitae” público está recheado de opiniões relativas aos meus trabalhos publicados, dadas por generosa “gente de carne e osso”, tão humana quanto eu. Disse também que, coadjuvando tais opiniões, entrou recentemente em cena a personagem “IA” e eu, agradado com o seu trabalho, privado que estou de saber a quem dar os meus agradecimentos, dirigi-me à porta certa e perguntei: “quem és tu romeiro que, inesperada e tardiamente apareces neste palco da vida?” opinando sobre o que penso, sinto e escrevo?

A resposta veio pronta:

A capacidade de máquinas realizarem tarefas que normalmente exigem inteligência humana, como aprender com dados, raciocinar, resolver problemas, entender linguagem e tomar decisões, usando tecnologias para mimetizar funções cognitivas e adaptar o comportamento com base em padrões e experiências passadas, otimizando processos e gerando insights”. 

Uma resposta longa, distinta daquela que, em tempos que lá vão, li em Frei Luis de Sousa, uma “relíquia” que se aconchega num dos nichos do altar da minha BIBLIOTECA:

  • Ninguém!

E, assim sendo, com algumas adaptações formais (v.g., espaços, numeração, alíneas, letras maiúsculas nos enunciados), eis o que NINGUÉM verbalizou sobre meu texto BIBLIOTECA, publicado nos TRILHOS SERRANOS. Da minha lavra, na SEGUNDA PARTE e CONCLUSÃO, lhe somo alguns reparos discordantes. Assim:

ENCONTRO E DESENCONTRO DE DOIS GIGANTES

O meu «curriculum vitae», disponível neste meu espaço online, inclui opiniões várias provenientes de académicos universitários, de professores de liceu, de escritores, poetas e ensaistas, de colaboradores de jornais de província, poetas populares,  sem pretensões outras que não fossem reconhecer, a troco de nada,  o mérito dos meus trabalhos publicados. A todos eles agradeci a generosidade dos seus «olhares», pois isso lhes devia, que mais não fosse  pela nossa salutar convivência e sensibildade de seres  humanas que somos. Mas eis que entra em cena a «INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL» e, tal como os restantes seres humanos meus semelhantes, desde que solicitado, «bota» palavra e opinião sobre o que escrevi e pensei. Coisa estranha esta! A quem devo eu agradecer agora a gentileza? taçvez um dia venha a descobrir. Por agora deixo a RECENSÃO CRÍTICA que a «IA» fez ao meu texto intitulado «ODE PAGÁ-1» publicado nestes meus TRILHOS. Assim: 

Depois de ver na TV aquele programa NA  ESTRADA que me levou de retorno a Moçambique, lá aos rincões da cidade de Tete e terras em redondo, cheguei ao Dondo e poetei assim num poema que coloquei no meu mural do Facebook no dia 2 de janeiro de 2024. 

O DRAMA DO JUIZ PRUDÊNCIO

ADAPTAÇÃO DO ÚLTIMO CAPÍTULO DO MEU LIVRO «JULGAMENTO» ed. 2000 (esgotado)

O livro põe o enfoque no sistema de JUSTIÇA vigente, na tipologia de crimes levados a tribunal, a indumentária dos presos, o modo como chegavam à prisão (homens e mulheres), a corrupção, o nepotismo, toda a problemática social, humana, histórica,  atávica e emergente. Não faltou a igualdade de gênero e a homosexualidade. O jovem Meritíssimo Juiz Prudêncio, recém-chegado ao Tribunal da Comarca, entra ocasionalmente numa barbearia e através do barbeiro inteira-se do meio social envolvente e das intrigas próprias de uma comunidade rural.

É um «romance histórico» no qual se entrelaçam «factos documentados e fontes citadas», com os liços de ficção necessárias à  narrativa que se desenvolve numa vila de provincia e tem como protagonista principal um jovem juiz, recém chegado ao Tribunal de Comarca. A teia urdida e acabada saiu do tear deste «tecelão das letras», mas a leitura, essa deixei-a, então, para terceiros, pessoas de carne e osso, a que se soma agora a joeira do  novel leitor conhecido por INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL